[CAÇADORA DE HISTÓRIAS] CESAR TRONCOSO: DESAMASSE O ROTEIRO

Achar que existe um roteiro com começo, meio e fim a ser seguido, é viver uma ilusão.

Nossa jornada se faz no caminhar, no marcar pegadas na terra fofa pós chuva de verão. No movimento, no saber parar, observar e ver o que a vida está nos oferecendo de mãos estendidas.


O artista que será homenageado no texto de hoje pegou o roteiro ilusório, amassou e guardou no bolso. Mais tarde, ele pegou aquele papel cheio de rugas e passou a reescrever sua história.

Pensar que hay un guión con un principio, un desarrollo y un final a seguir, es vivir una ilusión.

Nuestro viaje se realiza caminando, marcando huellas en la tierra blanda después de la lluvia de verano. En movimiento, en saber parar, observar y ver lo que nos ofrece la vida con las manos extendidas.

El artista que será homenajeado en el texto de hoy tomó el guión ilusorio, lo amasó y lo guardó en su bolsillo.  Más tarde, tomó ese papel arrugado y pasó a reescribir su historia.

César Troncoso

Ele é César Troncoso, 58 anos. Nascido no nosso vizinho e verdejante Uruguai, em Montevidéu. Filho de imigrantes espanhóis, é o mais velho de três irmãos.

Quando pequeno, era apaixonado pelo universo dos livros e do cinema, as histórias sempre o absorveram. Aos 15 anos tornou-se sócio do cinema local e ia sempre que podia. César conta que não foi estimulado pelos pais, pois eles não assistiam filmes, não iam ao teatro mas apoiavam todas as suas decisões.

O tempo passou, e o jovem pensou que seu caminho era a cura científica, ingressando na Faculdade de Medicina. Aos 25 anos, percebeu que não era o que queria e começou a estudar atuação especificamente para teatro, pois a TV uruguaia não tinha ficção e o cinema era impensável. Escolheu a trilha da cura pela arte.


Se casou, se divorciou. Reencontrou o amor em Adriana, com quem teve Clara, sua primogênita. Com 40 anos fez seu primeiro filme uruguaio, “El Viaje Hacia El Mar”, mais tarde “El Baño de Papa”.
Passou a realizar trabalhos em países como Brasil, Argentina, Bolívia, México, Espanha; no Brasil e Argentina, com mais continuidade.


Fez filmes nos quais foi protagonista; em outros, coadjuvante. Trabalhou com o diretor brasileiro Jayme Monjardim em “O Tempo e o Vento” e com Paulo Nascimento em “A Oeste do Fim do Mundo”. Em toda sua carreira, soma cerca de 40 filmes, além de séries para a Amazon, HBO, e FOX  Brasil.
Novamente com Monjardim, participou da novela “Flor do Caribe” em 2013.


Foi vencedor do Prêmio Kikito de Cristal do
Festival de Cinema de Gramado, Melhor Ator no Festival de Miami e outros diversos prêmios nacionais e internacionais.

Hoje em dia, segue cruzando as fronteiras vizinhas de Uruguai, Argentina e Brasil.

Es César Troncoso, 58 años. Nacido en nuestro vecino y verde Uruguay, Montevideo. Hijo de inmigrantes españoles, es el mayor de tres hermanos.

De pequeño fue un apasionado del universo de los libros y el cine, las historias siempre lo absorbieron.  A los 15 años se convirtió en socio del cine local y acudía siempre que podía.
César dice que sus padres no lo alentaron, ya que no veían películas, no iban al teatro, pero apoyaban todas sus decisiones.

Pasó el tiempo y pensó que su camino era la cura científica, ingresando a la Facultad de Medicina.  A los 25 años se dio cuenta de que no era lo que quería y comenzó a estudiar actuación específicamente para teatro, ya que la televisión uruguaya no tenía ficción y el cine era impensable.  Eligió el camino de la curación a través del arte.

Casado, divorciado. Encontró el amor novamente en Adriana, con quien tuvo a Clara, su primogénita. A los 40 años realiza su primera película uruguaya, “El Viaje Hacia El Mar”, más tarde “El Baño de Papa”. Comenzó a trabajar en países como Brasil, Argentina, Bolivia, México, España; en Brasil y Argentina, con más continuidad.

Realizó películas en las que fue protagonista, otras como coadyuvante. Trabajó con el director brasileño Jayme Monjardim en “O Tempo eo Vento” y con Paulo Nascimento en “A Oeste do Fim do Mundo”. En toda su carrera, tiene alrededor de 40 películas, además de series para Amazon, HBO y FOX Brasil. Nuevamente con Monjardim, participó en la telenovela “Flor do Caribe” en 2013.

Ganó el premio Kikito Crystal en el Festival de Cine de Gramado, Mejor Actor en el Festival de Miami y varios otros premios nacionales e internacionales.

Hoy en día continúa cruzando las fronteras vecinas de Uruguay, Argentina y Brasil.

César Troncoso é generoso, ouvir sua história dá vontade de preparar um mate e assim ficar por horas. Por essa razão, fiz uma entrevista com ele, para que vocês possam partilhar um pouco do que esse ser humano especial têm a dizer.

1) Quando sentiu o despertar para ser ator?

Nunca senti um despertar tão óbvio de uma vocação artística. Sempre desenhei, sempre assisti filmes, fui ao teatro. Mas, na verdade, nunca disse “quero ser ator”. Provavelmente gostaria de ser um dos personagens do filme mas não necessariamente com a cabeça de quem atua, mas de quem os vive. Mas quando eu tinha 25 anos e saí da faculdade de medicina, houve um eco e coincidiu que um professor de teatro daqui chamado Alberto Restuccia abriu aulas e eu tive tempo e desejo, estava meio perdido, sem saber o que fazer então me inscrevi. Percebi que tinha muita paixão por fazer isso, mas também valeu a pena. Isso é importante, perceber. Encontrei um lugar onde faço o que gosto e posso fazer isso bem.


2) Quem é o César quando está atuando?

Quando atuo, sou eu mesmo. Compondo um personagem. Não acredito nessa coisa do ator que incorpora um personagem. Os atores têm dentro de si muitas sensações e sentimentos que nos ajudam a atuar, mas sempre muito saudáveis ​​para não parar de ser eu mesmo. Atuar é, de certa forma, uma ficção, a construção de um personagem para um espectador, não para a vida. Não atuo para sentir os sentimentos desse personagem. Estou usando meu corpo, minha voz e minhas condições para construir um personagem para fornecer ao espectador que vai ao espetáculo. Quando atuo sou sempre eu. Nunca esqueço que é uma performance que depois acaba e tenho que voltar ao meu dia a dia. Isso é o que me parece lógico e saudável.


3) Que conselho você daria ao César de dez anos atrás?

Para a pessoa que fui há 10 anos, o que diria como conselho é algo que valorizo ​​muito: A perseverança, a capacidade de insistir. Porque me parece que neste tipo de trabalho o que se tem que fazer é perseverar, continuar a tentar sempre pois, para obter resultados, tem que se esforçar. A verdade é que atuar em um país como o Uruguai em geral é complicado, é preciso ter mais um emprego para viver, porque o teatro muitas vezes não dá dinheiro suficiente então é preciso perseverar e não se deixar cair. Parece um bom conselho. Outra coisa seria: Confia mais. Acho que, às vezes, sou muito inseguro, e ter um pouco mais de confiança pessoal teria sido muito bom.

4) O que é a interpretação pra ti?

Para mim, em princípio, é um trabalho. Depois que você se instala e passa quase 30 anos fazendo isso, torna-se um trabalho que eu acho muito bom. É um trabalho agradável, desejável, lindo e isso também é algo muito gratificante, não é? A atuação é uma ferramenta para se comunicar, para facilitar o pensamento, que serve para representar as ideias do outro que muitas vezes estamos tão obcecados, principalmente nestes tempo, com as nossas próprias ideias que se esquece que o outro também pensa e que as ideias do outro também valem a pena e muitas vezes valem a pena representar uma peça, mesmo que você não pense igual ao autor porque o que ele diz é interessante e isso é importante. Tudo o que tem a ver com pensar, nestes tempos em que pensar está cada vez mais difícil, o que tem a ver com os sentimentos, nestes tempos em que cada vez mais nos preocupamos com nós mesmos e às vezes nos esquecemos que o vizinho também sente, a vida também dói nele. Nossa própria felicidade depende de como você age.  Estarmos vivendo esses tempos me parece que trabalhar a sensibilidade, a inteligência, o pensamento, a diversão, é importante.  Porque o teatro tem que ser divertido também, ou o cinema.  Um filme ou uma peça não pode entediar. Se entedia, isso é ruim.



Então me parece que, bem, é disso que se trata meu trabalho, certo?  É um trabalho que envolve quem o faz porque trabalha com emoções, sensações. Com sentimentos, com ideias. Com um público que quando vê o filme, quando vê a peça que se faz, também é muito permeável, é um público muito aberto que recebe esta mensagem.  Uma série de assuntos importantes para confiar e acreditar no que você está dando ao telespectador, e tem que ser entregue um material digno e honesto.


5) Que marca tu quer deixar nas pessoas que vêem teus filmes e trabalhos? Como a pandemia te afetou e o que tirou dela?

Quero deixar como marca, que alguém diga: “Esse cara foi honesto com o que fez.” Como ator, ele foi uma pessoa que trabalhou da melhor maneira possível, que fez o melhor que pôde. E no nível de conteúdo, creio que não sei que marca deixar nessas coisas, não sou muito claro. Sei que quem vê uma peça, quem escuta música, quem lê um livro, isso nos modifica, digamos, não? Pode não ser de forma consciente, mas algo te encanta quando você escuta uma música ou quando vê um filme que te faz chorar, quando você lê um livro que ama, algo se move na gente. Acho que essa é a função das artes e eu em particular, e meu trabalho em particular, acho que fiz, não? Provocar sensações e sentimentos, ajudar as pessoas a ser cada vez mais sensíveis, mais empáticas com o outro. Não preciso que meu trabalho dure, digamos que em 50 anos alguém diga “Uh que ator César Troncoso!”, não me importa porque vou estar morto, não vou ouvir alguém dizer que sou um ótimo ator ou que sou um péssimo. Então você trabalha pelo seu tempo e faz o seu melhor para ajudar uns aos outros a viver cada vez mais num mundo agradável, gentil e justo.



E a pandemia não me atingiu; acho que nos mostrou um pouco da fragilidade que temos, porque, às vezes, você se vê no topo da pirâmide como o ser que domina o planeta, e esquece que é um ser humano, um animal, que tem limites e isso se você não fizer as coisas direito justamente porque você está no topo dessa pirâmide evolutiva e tudo desmorona. Acho que a pandemia está nos mostrando o melhor e o pior de nós. Temos alguns personagens que são sinistros e outros que são maravilhosos e estão todos vivendo juntos. Nos mostram tudo o que podemos, a escolha é de cada um. No plano pessoal, perdi trabalhos, é claro, como todo mundo, mas tenho condições de sobreviver a essa pandemia pelo menos agora, que são relativamente agradáveis. Há muita gente que está passando por um momento muito ruim porque não tem condições sanitárias, alimentares ou culturais para poder desfrutar neste momento. Então o que eu acho é que temos que abrir os olhos e olhar um pouco mais para o outro, porque ninguém se salva sozinho.

César Troncoso es generoso, escuchar su historia te da ganas de preparar un mate y quedarte horas. Por eso, lo entrevisté para que puedas compartir un poco de lo que este ser humano especial tiene que decir.

1) Cuándo sentiste el despertar para ser actor?

Nunca sentí un despertar demasiado obvio de una vocación artistica. Siempre dibuje, siempre mire películas, fui al teatro. Pero, en la na verdad nunca dije “quiero ser actor”. Provavelmente quisiera ser uno de los personajes de la película pero no necesariamente con la cabeza de quien los actua, sino de quien los vive. Pero cuando tenia 25 años y havia dejado la facultad de medicina, ahí se produjo un eco y coincidió que un profesor de teatro de aquí que se llamava Alberto Restuccia abrió clases y yo tenia el tiempo,el deseo y estaba medio perdido sin saber que hacer entonces me inscribí. Me di cuenta que realmente esto me apasionava hacerlo pero que además valia. Esto es importante, darte cuenta. Encontré un lugar en lo que hago me gusta e puedo hacer bien.

2) Quién es César cuando actúa?

Yo cuando actuo soy yo mismo. Componiendo un personaje. No creo en esta cosa de el actor que incorpora un personaje. Los actores tenemos dentro de nosotros un monton de sensaciones, de sentimientos que nos sirven para actuar pero siempre muy sano no dejar de ser yo mismo. La actuación es de algun modo una ficción, la construccion de un personaje para un espectador. No para la vida. Yo no actuo para sentir sentimientos de este personaje. Estoy usando mi cuerpo, mi voz y mis condiciones para construir un personaje para brindar el espectador que va a un espetaculo. Cuando actuo, siempre soy yo. Nunca me olvido de que es una actuación que despues finaliza y tengo que volver a mi vida de todos los dias. Esto es lo que me parece logico y sano.

3) Qué consejo te darías hace 10 años?


A la persona que yo era hace 10 años, lo que yo le diria de consejo es algo que valoro mucho: La perseverancia, la capacidad de insistir. Porque me parece que en este tipo de trabajo lo que tienes que hacer es perseverar, seguir intentandolo siempre. Para obtener resultado tienes que intentarlo mucho. La verdad es que actuar en un país como Uruguay en general es complicado, tienes que tener un trabajo más para poder vivir, porque el teatro muchas veces no te da dinero suficiente entonces perseverar y no dejarse caer me parece un buon consejo. La otra cosa que me diria es: Confia más.Yo creo que a veces soy demasiado inseguro y tener un poco más de confianza personal hubiera sido muy lindo.

4) Que es la interpretación para tí?

Para mi, en princípio, es un trabajo. Una vez que uno se instala en esto y passa casi 30 años haciendolo, se vuelve un trabajo lo cual me parece estar muy bien. Es un trabajo placentero, deseable, lindo y esto tambien es una cosa muy gratificante, no? Descobrir que aquello que lo trabajas, te gusta. Y despues es una herramienta para comunicar, para facilitar el pensamiento, que sirve para representar las ideas de otro que muchas vezes uno esta tan obsesionado -sobretodo en estes tiempos- con sus propias ideas, que se olvida que el otro tambien piensa y que las ideas del otro tambien valen la pena y muchas vezes valen representar una obra de teatro aun que vos no opinen lo mismo que el autor, porque lo que ello dice es interesante y esto tambien es importante.  Todo lo que tienen haber con el pensamiento en estos tiempos en lo que piensar cada vez esta más difícil, lo que tienen haber con los sentimientos, en estos tiempos en que cada vez más nos preocupamos por nosotros mismos y aveces nos olvidamos que el de al lado tambien siente, tambien le duele la vida. Cuando estamos viviendo estos tiempos me parece que trabajar sobre la sensibilidad, sobre la inteligencia, sobre el pensamiento, sobre la diversion, no? Es importante. Porque el teatro tiene que ser entretenido tambien, o el cine. Una película o una obra de teatro no pueden aborrir. Se aburren, está mal.

Entonces me parece que, bueno, de esto se trata la tarea, no? Es un trabajo que compromete quien lo hace porque esta trabajando con emociones, sensaciones. Con sentimientos, con ideas. Con un publico que cuando ve la película, cuando ve la obra de el teatro que uno hace, tambien esta muy permeable, es un publico muy abierto que reciben este mensaje. Una serie de asuntos importantes que confiar y creer en lo que estas dando a lo espectador es un material honesto, honrado y digno de ser entregado, no?

5) Qué marca quieres dejar en las personas que ven tus películas y trabajos? Cómo le afectó la pandemia y qué obtuvo de ella?

Yo quiero dejar como marca, que alguien diga: “Este tipo fue honesto con lo que hizo.” Como actor es una persona que trabajo de la mejor manera posible, que hizo lo mejor lo que pudo. Y después, a nivel de contenidos, yo creo eso que no sé que marca dejar en estas cosas, yo no tengo muy claro. Yo sé que quien ve una obra de teatro, quien escucha una musica, quien lee un libro, esto se modifica, digamos, no? Algo aun que no sea en nivel de conciencia, algo cuando vos escucha una musica que te emociona, o cuando ves una película que te hace llorar, cuando lees un libro que te encanta, algo se mueve en vos. Yo creo que esta es la funcion de las artes. Y yo en particular, y mi trabajo en particular, yo creo que se hice, no? Provocar sensaciones y sentimientos, ayudar a la persona a ser cada vez más sensible, mas empatica con el otro. Pero después yo no necesito que mi trabajo perdure, digamos que de acá 50 años alguien diga “Uh que actor César Troncoso!”. Voy estar muerto, no voy escuchar se alguien dice que soy un gran actor o que soy una porquería. Entonces uno trabaja para su tiempo y hace lo mejor que puede para ayudar a que cada vez más vivamos en un mundo agradable, amable y justo.

Y la pandemia no me golpeo, la pandemia yo creo que nos mostró un poco de la fragilidad que tenemos porque aveces uno se ve en la punta de la piramide como el ser que domina el planeta y se olvida que uno es un ser humano, animal, que tiene limites y que si no hace las cosas bien, justamente porque esta en la punta de esta piramide evolutiva, todo cae. Creo que la pandemia nos esta mostrando el mejor y el peor de nosotros. Tenenos algunos personajes que son siniestros, otros que son maravillosos y estan todos convivendo. Nos muestren todo que podemos ser y depende de cada eligir. En el terreno personal perdi trabajo, claro, como todo el mundo pero tambien yo tengo condiciones para sobrevivir a esta pandemia, ahora al menos, que son relativamente agradables. Hay un monton de gente que la esta pasando bastante peor que uno porque no tiene condiciones sanitarias, de alimentación, ni culturales para poder desfrutar en este momento entonces lo que yo creo es que tenemos que abrir los ojos y mirar um poco más al otro porque nadie se salva solo.


Queridas e queridos leitores!

Aqui, quem te escreve é Victória: Escritora, idealizadora do projeto Caçadora de Histórias e colunista da Revista TRAMA.

Começamos esse ano cheio de páginas em branco escrevendo a nossa e trazendo a coluna de maneira ainda especial, porém renovada. Aqui conecto minhas palavras com a arte que a revista respira e traremos, quinzenalmente, histórias de artistas de todos os vieses como literatura, música, cinema,
dança e muitos outros, ajudando a reforçar e relembrar o quanto somos bordados e perfumados por toda essa pluralidade.

Com carinho, esperança e muita fé,
Victória Vieira


Victória Vieira é escritora e idealizadora do projeto Caçadora de Histórias. Caçando e ouvindo histórias, vou escrevendo a tua com minhas palavras e te ajudando a ter um novo olhar sobre ela. Siga o projeto no Instagram.


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