Não Atire no Mensageiro

Até que ponto as coisas precisam ser ditas?

Jogo as palavras ao vento, mergulho no silêncio, Refulge a minha alma na alvorada
Chora e canta assustada

Onde está a paz? Onde está a bonança?
Da guerra, ainda tenho uma amarga lembrança.

Minha esperança já não externo, me desfiz dela

Correm de mim os rios de dor, de amor, rios de choro

Então tudo se vai como um sopro, e assim me entrego, Eu agora estou morto.

Eu agora estou vivo, estou louco?
Ebulição não encontro, apenas a calmaria em amarelo, branco, vermelho.. De onde vinham os rios, hoje saem os ventos

Levam sementes e frutos,
levam afago e sonhos,
Levam paz e o olhar mais risonho.

Levam a ti, de longínqua terra, a mensagem.


Kariston França é apaixonado por pizza, e nas horas vagas atua como entusiasta da teologia pública.


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